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Carlos Nejar, o servo da palavra

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Por Neiva Dutra


11 de janeiro marca a data do aniversário de um dos maiores poetas da atualidade: o gaúcho Carlos Nejar. Apesar de não ter a merecida divulgação, sua poesia, que surgiu nos anos sessenta com o título Sélesis, produz uma sucessão de obras que compõem um universo de coesão, no qual se amplia um círculo que retrata a necessidade humana de explorar o sentido do enigma de seu estar no mundo, da morte como ordenação da vida e da transcendência.
A definição da obra de Carlos Nejar é dada por ele próprio no prólogo do livro A idade da aurora. É uma definição que se encaixa para toda a sua poesia quando, parafraseando Walt Whitman, afirma: “Isto não é um livro. Quem o toca, está tocando a aurora”.
Carlos Nejar é o nome literário de Luiz Carlos Verzoni; nasceu em Porto Alegre, em 1939. Formado em Direito, viajou como promotor de justiça pelo interior do Rio Grande do Sul e conheceu, palmo a palmo, o pampa que "avulta na sua visão poética”. 
Testemunha de seu tempo e de seu pov…