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Mostrando postagens de Agosto 28, 2014

Milan Kundera elege uma passagem de A festa da insignificância

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“A individualidade é uma ilusão!” Isso exclama um dos personagens do esperado romance de Milan Kundera, A festa da insignificância, cuja ideia condensa boa parte da filosofia com que o escritor de origem tcheca vê a vida e em nada diferente daquilo que já está colocado em seus romances, contos e ensaios. E com maior força agora no alto de seus 85 anos, quando o umbigo ocupa um lugar essencial na sua narrativa.
Com este A festa da insignificância, Milan Kundera regressa depois de 14 anos. Volta como se nada tivesse acontecido nesse tempo, com se a conversa deixada com os leitores em A ignorância, romance com o qual recebeu o novo século em 2000, ainda não houvesse sido acabada, ou melhor, como se fosse ontem.
Os temas de seus livros são os mesmos, mas amadurecidos pelo compasso do tempo, e sem perder a essência do que são e significam aspectos como a sexualidade, o erotismo, a maternidade, o desejo, a cultura, sobre as ideias que rondam a existência do ser humano, ideias sobre ser e…