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Mostrando postagens de Fevereiro 2, 2014

Quatro tópicos sobre a relação entre Stefan Zweig e Joseph Roth

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1. Súditos do império perdido. Nascido no seio de uma família judaica, Zweig foi um apaixonado exemplar pela grande cultura e pela liberdade. A amizade com Joseph Roth começou em 1930 em Brody (Galícia); este era um jornalista que forjava, na ocasião, uma carreira de escritor. Mais que as letras, os que os uniu foi a admiração mútua e a nostalgia do Império Austro-húngaro, símbolo para ambos da Europa multicultural e unida, a pátria de pensamento e sentimento. A Primeira Guerra Mundial os fizeram despertar daquele sonho de paz e equilíbrio; o terror nazista contra os judeus os levaram para o exílio.
2. Autores geniais. Zweig e Roth foram criadores extraordinários. Do primeiro são célebres suas coleções psicológicas e as novelas – Novela de xadrez ou Coração impaciente, por exemplo. Do segundo destacam-se Jó – romance de um homem simples (Companhia das Letras) Marcha de Radetzky (recém editado no Brasil pela Editora Mundaréu). Zweig foi um mestre da biografia: Maria Antonieta ou Fouché …