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Mostrando postagens de Fevereiro 25, 2010

Jorge Fernandes: o viajante do tempo modernista, de Maria Lúcia de Amorim Garcia

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Por Pedro Fernandes

Jorge Fernandes: o viajante do tempo modernista é para ser lido como o resultado de um esforço ou de uma paixão por uma obra ainda colocada à margem do cânone literário potiguar. Muito embora, o nome do poeta seja sempre lembrado quando o assunto é tratar do Rio Grande do Norte no contexto literário advindo da Semana de Arte Moderna, em São Paulo; contexto, aliás, que terá produzido seus abalos sísmicos em todas as regiões do Brasil. Basta que se diga sobre a quantidade de periódicos dedicados à poesia e à prosa surgidos quase a um só tempo que espaços como as revistas Antropofogia e Klaxon, para citar dois títulos que ficaram mais conhecidos.
A tarefa de Maria Lúcia de Amorim Garcia, professora aposentada da Universidade Federal do Rio Grande do Norte é magistral porque grande parte da obra de Jorge Fernandes encontrava-se dispersa em periódicos como os da cena modernista paulista ou em jornais no estado, afinal, os dois únicos títulos que o poeta chegou a organiza…