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Mostrando postagens de Fevereiro 6, 2008

Uivo, de Allen Ginsberg

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Por Pedro Fernandes



Devo retomar no início deste texto uma fala do jornalista, poeta e escritor José de Paiva Rebouças para uma palestra na qual compus mesa ao lado da também poeta Nina Rizzi, isso por ocasião da Feira do Livro de Mossoró deste ano. Depois de ler um poema de Castro Alves, Paiva confessou do inquietamento e de até certa desilusão ou o desafio que determinados poetas impõem para quem lida com a palavra: aquela sensação que padecemos de limitação que se guia pelo entendimento “se alguém escreve uma coisa desse tipo como eu poderei superá-lo ou sobreviver depois disso?”. Essa confissão de Paiva dialoga perfeitamente com muitos dos momentos de leitor que tenho vivido ao longo de minha curta trajetória. E repetiu-se quando, recentemente, dei com um poema de um poeta até então desconhecido para mim, Allen Ginsberg. O poema foi traduzido pelo título de “Uivo” e pode ser lido aqui.
Indo para as terras do sem fim, a web, eu descubro que este foi um texto que casou certo rebuliç…