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Mostrando postagens de Fevereiro 4, 2008

Ray Bradbury: Fahrenheit 451 não é o que dizem ser

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Quando os prêmios Pulitzer foram entregues em maio de 2007, durante um almoço na Universidade de Columbia, duas menções especiais foram feitas. Uma sobre John Coltrane (que morreu em 1967), a quarta vez que um músico de jazz foi homenageado. A outra foi sobre Ray Bradbury, a primeira vez na história da honraria que um escritor de ficção científica e fantasia foi homenageado. Bradbury, um antigo morador de Los Angeles que leva uma vida cívica ativa e até escreve ao Los Angeles Times cartas sobre seus pontos de vistas do que lhe aflige na sua cidade não compareceu ao evento dizendo que estava sob recomendações médicas de evitar fazer certas viagens.
Mas, a verdadeira razão, disse ao LA, tinha menos a ver com as limitações da idade (ele havia feito 82 anos em agosto) do que unicamente com o fato de ir a Columbia fazer acenos com Lee C. Bollinger, reitor da Universidade, e sorrir para uma fotografia. Ele queria fazer um discurso, mas não havia permissão. “Nem mesmo um parágrafo”, disse …